Pular para o conteúdo

Guia de comparação

Como comparar sistemas de gestão de obra

A mensalidade da vitrine quase nunca é o que você vai pagar. O que muda a conta é o modelo de cobrança — e são quatro no mercado brasileiro. Abaixo, o que cada um cobra, para quem serve e o que perguntar antes de assinar.

o ERP de grande porte

Como cobra
Licença sob consulta, com projeto de implantação de meses.
Faz sentido para
Incorporadora e construtora de grande porte, com equipe dedicada a sistema.
O que verificar
É um produto sério para outro tamanho de empresa. Se a sua operação tem menos de 20 obras simultâneas, o custo de implantação raramente se paga.

Você tem alguém em tempo integral para tocar a implantação?

o tradicional do nicho

Como cobra
Planos por número de obras e usuários, a partir de R$ 400/mês.
Faz sentido para
Quem cabe no plano de entrada e não pretende crescer em equipe.
O que verificar
O plano de entrada costuma dar 1 usuário, 2 obras e 2 GB no plano de entrada. Se você tem sócio, engenheiro e alguém no financeiro, já não cabe — e o salto para o plano seguinte é grande.

Quantas pessoas precisam lançar dado no sistema?

o modular

Como cobra
Mensalidade baixa na vitrine (abaixo de R$ 300/mês na vitrine) e cada módulo cobrado à parte.
Faz sentido para
Quem usa de verdade só dois ou três módulos e não pretende ampliar o uso.
O que verificar
Diário, compras, estoque, portal, medição e BI cobrados como add-on. O pacote equivalente costuma passar de R$ 1.000/mês — e cada nova necessidade vira uma linha nova na fatura.

Some os add-ons do que você realmente vai usar. Qual é o total?

a ferramenta de escritório

Como cobra
Cobrança por usuário, com camada gratuita para times pequenos.
Faz sentido para
Escritório de arquitetura e projeto, onde o trabalho é do time interno.
O que verificar
São ferramentas boas para gestão de projeto. Não foram feitas para diário de obra, medição, compras e estoque.

O seu problema está no projeto ou no canteiro?

Preços públicos nos sites dos fornecedores, conferidos em agosto de 2026. Podem mudar sem aviso.

As cinco perguntas que revelam o custo real

01

Quanto custa o pacote que eu realmente vou usar?

Não compare mensalidades de vitrine. Liste os módulos que a sua operação usa toda semana, some os add-ons de cada fornecedor e compare esse número. É onde a diferença aparece.

02

Quem precisa de login — e quanto isso custa?

Mestre de obras, fornecedor, almoxarife e cliente final. Se cada um deles consome um assento pago, o custo cresce junto com a obra. Pergunte se há acesso por link sem login.

03

O limite conta obra ativa ou obra total?

Se conta obra total, você é punido por usar o sistema por muito tempo: obra entregue há três anos continua ocupando vaga. Se conta obra ativa, arquivar libera espaço e o histórico fica.

04

Dá para exportar tudo e sair?

Peça para ver a exportação antes de assinar. Se os seus dados só saem em relatório de tela, a troca de fornecedor no futuro vai custar caro.

05

O gate de permissão está no servidor ou só na tela?

Alçada de aprovação que existe só no botão é contornável pelo navegador. Pergunte se a validação acontece no servidor — em compras, essa diferença é dinheiro.

Nossas respostas às cinco perguntas

  • O pacote que você usa é o plano que você assina. Não vendemos módulo avulso.
  • Mestre de obras, fornecedor, canteiro e cliente entram por link, sem login e sem consumir usuário.
  • O limite conta obra ATIVA. Arquivou a obra entregue, liberou a vaga — e o histórico continua lá.
  • Exportação em PDF, Excel e Word em todos os módulos, a qualquer momento.
  • As alçadas de aprovação por valor são validadas no servidor, não no navegador.

E a conta que resume tudo: obras ilimitadas por menos do que o mercado cobra por duas.

Sobre este comparativo

Por que vocês não citam os concorrentes pelo nome?
Porque comparação nominal desgasta os dois lados e não ajuda você a decidir. O que muda a sua conta é o modelo de cobrança, não a marca. Descrevemos o modelo, arredondamos os valores e datamos tudo — você confere os preços nos sites dos fornecedores em dois minutos.
E onde o Pi·LarOS se encaixa?
Somos um plano por escopo de operação, não por módulo avulso. O plano de entrada fecha o ciclo comercial inteiro — orçamento SINAPI, BDI, cronograma, proposta com aceite, financeiro e relatórios da obra. Os 7 blocos de canteiro (compras, estoque, medição, diário por link, portal do cliente, conciliação OFX e relatórios entre obras) começam no plano Estrutura. Nada é vendido separado depois.
Como eu comparo sem perder uma semana?
Teste. Os 14 dias aqui não pedem cartão e rodam no nível Estrutura, com os sete blocos liberados. Monte uma obra de verdade e veja se o fluxo fecha.

Compare usando, não lendo.

14 dias no nível Estrutura, sem cartão de crédito.

Teste 14 dias grátisEm breve Ver planos e preços

Estamos finalizando o cadastro. Fale com a gente para entrar na lista dos primeiros 50.